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O maquinista Francisco José Garzón  (foto AP)
Revelada primeira conversa do maquinista de Santiago de Compostela 

Foi revelada a primeira conversa telefónica que o maquinista Francisco José Garzón manteve com a central instantes após o fatídico acidente com um TGV, que ocorreu a 24 de julho na região espanhola de Santiago de Compostela. 79 pessoas perderam a vida. 

«Esta curva é desumana. Já tinha dito à companhia que esta curva é perigosa. Que um dia nos íamos despistar e que nos ia tramar. Calhou-me a mim. Deve haver feridos, muitos, porque [o comboio] está tombado, não posso sair da cabine. Distraí-me, tinha que seguir a 80 e ia a 190, algo assim», afirmou o maquinista, em declarações divulgadas esta quinta-feira pelo diário espanhol El País

«Ai, meu Deus, mas já tinha dito isto à segurança, que isso era muito perigoso. Somos humanos e isto podia acontecer-nos. Isso é desumano, esta curva. É a minha consciência! E os pobres passageiros. Meu Deus, meu Deus, pobres passageiros. Oxalá não haja nenhum morto. Oxalá, senão a minha consciência... Meu Deus. Meu Deus, pobres passageiros. Pobres passageiros».

Garzón, 52 anos, é acusado da morte de 79 pessoas. 

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